<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><title>Posts on Felipe Castro</title><link>https://flpcastro.dev/pt/posts/</link><description>Recent content in Posts on Felipe Castro</description><generator>Hugo -- 0.160.1</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Mon, 16 Mar 2026 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://flpcastro.dev/pt/posts/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Configurando o Vagrant no macOS com chips Apple</title><link>https://flpcastro.dev/pt/posts/vagrant-setup-for-macos-with-apple-chips/</link><pubDate>Mon, 16 Mar 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://flpcastro.dev/pt/posts/vagrant-setup-for-macos-with-apple-chips/</guid><description>&lt;p&gt;&lt;img loading="lazy" src="https://flpcastro.dev/images/vagrant.webp" alt="Vagrant" /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E aí, pessoal!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste post curto, vamos configurar um ambiente simples para criar VMs no macOS com chips Apple (M1/M2/M3 ou mais novos) usando o Vagrant.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id="1-introdução"&gt;1. Introdução&lt;/h2&gt;
&lt;h3 id="o-que-é-o-vagrant"&gt;O que é o Vagrant?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O Vagrant é uma ferramenta que nos permite criar e gerenciar máquinas virtuais de forma fácil e eficaz. Com ele, podemos criar VMs a partir de um arquivo de configuração chamado Vagrantfile, o que facilita o compartilhamento das configurações da máquina e mantém a consistência entre os ambientes. Esse software usa por baixo dos panos os principais provedores de virtualização, como VirtualBox, VMware, QEMU, Parallels, Docker, Hyper-V, entre outros.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Ponteiros em Golang</title><link>https://flpcastro.dev/pt/posts/pointers-in-golang/</link><pubDate>Mon, 16 Mar 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://flpcastro.dev/pt/posts/pointers-in-golang/</guid><description>&lt;p&gt;&lt;img loading="lazy" src="https://flpcastro.dev/images/go.webp" alt="Golang" /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E aí, Gopher, tudo certo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ultimamente venho dedicando meu tempo livre ao estudo de Golang e preciso admitir: tem sido uma jornada interessante e desafiadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o processo de aprendizado, tive inicialmente uma certa “resistência” para entender o que de fato são ponteiros. Por coincidência, acompanhando alguns blogs e páginas sobre Go, percebi que muita gente passa pelo mesmo obstáculo — e isso é completamente normal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi por isso que resolvi criar este espaço para escrever um pouco sobre eles.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id="afinal-o-que-é-um-ponteiro"&gt;Afinal, o que é um ponteiro?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Um ponteiro é simplesmente uma variável cujo conteúdo é um endereço de memória. Se você compartilhar esse ponteiro em outro lugar, conseguimos acessar diretamente o endereço em que o dado está armazenado e, a partir daí, manipular de alguma forma aquele espaço de memória.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>